Os especialistas concluem que o organismo das mulheres é mais vulnerável à ação dos entorpecentes, ou seja, nelas a ação da droga é muito maior, o que explica o fato das mulheres serem mais numerosas nos índices de dependência seja de qualquer droga.
Crack: independência ou morte
O levantamento feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) conclue que existem no Brasil 2,6 milhões de usuários destas substâncias:
Mulheres dependentes: 54 %;
Homens dependentes: 46 %
.
Mulheres que usam mais que 2 x semana: 40 %;
Homens que usam mais que 2x semana: 24 %;
Mulheres que já injetaram cocaína: 20 %;
Homens que já injetaram cocaína: 8 %.
Por que com elas ocorre mais esse problema?
A psicóloga Dra. Clarice Madruga (uma das autoras do mapa do uso do crack e cocaína no Brasil) afirma que:
“é sabido que a progressão da dependência é mais rápida entre mulheres”; pois este hormônio (feminino - estrogêneo) potencializa os efeitos da droga, pois a torna mais prazerosa e, portanto, aumenta o poder de dependência”.
Além do mais, completa Dr. Sandro Tubini, "Existem diferenças entre os sexos e elas devem ser respeitadas, isso não siginfica que um é mais forte ou mais fraco, mas sim que cada gêreno possui a sua característica e saber fazer o melhor uso de suas qualidades é sinal de inteligência e de respeito, um tipo específico de respeito que é pouco utilizado hoje em dia e que se chama: auto-respeito".
Fonte: Comportamento e Saúde
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